Não basta ser imunda, tem que ser pervertida.

  Sabe aquele momento em que você comprometida deseja outro alguém e acaba falando suas perversões com o outro enquanto dorme ao lado do seu parceiro?
  Então, não basta ser imunda tem que ser pervertida ao responder sorrindo com classe "sonhei mesmo!" Prefiro ser pervertida do que mentirosa, e nisso levo meu relacionamento ao longo desses dez (10) anos um honesto com o outro, lembrando que não precisamos prender um relacionamento por ciúmes ou por medo de perder se tentarmos ser melhor que a concorrência.
  Mas agora é sério, posso ser o que sou, mas meu respeito é pleno, probo e fiel.
  Terminei uma amizade no qual era/é tudo para mim, não por que seus amigos me pediram, mas por que pensei que a parceira deste não merece a ofensa de outra cobiçar o que por direito é dela, ou seja, por mais que ainda eu não consegui deixar de sentir algo, eu acho ofensivo eu cobiçar o que não é meu e em respeito a tal moça, eu parti meu coração sem dar explicações, pois eu sei que se eu tivesse falado isso, seria ouvido como algo mesquinho. Mas eu não deixo de citar que o que mais me conforta não é só a minha felicidade, eu me contento em ser feliz sabendo que ele está feliz mesmo com outra.
  Meu parceiro desses dez anos foi e ainda é contra minha atitude de ter terminado aquela minha outra amizade, pois ele fala que não terá outro a altura tão bom para suprir, nunca temi não por me engrandecer, mas por saber que se é minha ficará. Eu amo esse respeito, essa razão e amizade desse meu parceiro e Dono.
  Imunda eu sim, só em mente, nas palavras e comigo mesma, mas desrespeito nunca, nem para meu benefício. Parto meu peito, meu coração, mas não perco a educação.

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