A Disciplina... Início.

Quando entrei em sua casa ele logo me perguntou "você consegue ficar em silêncio por muito tempo, falar somente quando a pergunta lhe for direcionada?" Respondi que sim e então ele me fez uma oferta "consegues obedecer ordens simples de comportamento? Se sim aceitaria estas vinda de mim? Em troca lhe darei um lar, segurança e meu carinho." Novamente respondi que sim, no mais ele deixou bem enfatizado que "por enquanto não és minha, e neste período em que não me pertenças és livre para me deixar, no mais se assim escolher não terás mais volta, e quando fores minha também não terás volta, pense bem antes de aceitar." Nisso entramos em sua sala e tanto na sala como em outro cômodos da casa tinha correntes chumbadas no chão, mas em um cômodo específico da casa logo a uma mesa uma tornozeleira com uma corrente chumbada ao chão, não foi me pedido para que eu tirasse roupa alguma o que estranhei, no mais ele me pediu para sentar perto no chão perto de sua cadeira, onde ele me colocou a tornozeleira e me disse "a corrente alcança a porta de meu quarto e alcança o banheiro o qual não há trincas, a porta também não fechará devido a corrente, não quero que fiques doente então não tires sua roupa, e aqui está onde irás dormir, algo a dizer sobre qualquer coisa?" Gesticulei com a cabeça que não, então ele se despediu e foi para seu quarto sem dizer uma palavra, eu tinha inúmeras perguntas, mas não as mencionei. Então assim que ele fechou a porta de seu quarto eu olhei ao redor a arquitetura da casa, pensei em algumas coisas como também imaginei outras e quem não faria isso, ao longo da noite eu me ajeitei em um tipo de almofada grande no chão com um cobertor pequeno, não era cinco estrelas, mas nem o cachorro de meus pais tinha uma caminha daquela.   No dia seguinte acordei muito tarde com o sol em meu rosto, Ele não estava por perto. Fiquei sentada em um degrau que a corrente me deixava alcançar. Dava para ver um pouco de uma fresta de uma janela o qual via os galhos de uma árvore e atrás dela uma parede da continuação da casa. Nisso comecei a ouvir um barulho vindo de lá de baixo, alguém tinha chegado, creio que seja Ele. Sim é Ele! É Ele! Me levanto apressadamente e o espero, Ele está falando com alguém, Ele está subindo e a cada passo meu coração acelera mais, por que será? Eu não tenho nada haver com Ele, nem o conheço direito, eu só aceitei ficar aqui, menina tola se controle! É Ele ai ai ai o que eu faço?! Fico quieta! Não vou atrapalhar Ele está no celular, acho melhor sair do caminho antes que eu o derrube com as correntes. Nisso Ele passa me olhando firmemente e eu me gelo toda com aquele olhar, Ele foi para o quarto Dele e fechou a porta, nem me atrevo ir até lá. Não sei quanto tempo, mas digamos que seria meia hora depois Ele saiu de lá e me disse: "Porque não tomou seu café?" Não respondi nada, apenas fiquei olhando. Ele acaricia meus cabelos, se levanta e desce as escadas alguns minutos depois sobre com uma bandeja com um potinho de animal com leite e outro com uns cereais. Ele os coloca no chão e se senta em uma cadeira próxima de mim, aliás a única no local. Fiquei pensando Ele não quer que eu me comporte como um animal?! Ou quer? não demorei muito e logo me abaixei e comecei a comer, eu estava com fome, não muita, mas era o meu café da manhã e além do mais eu queria ver aonde aquilo tudo iria parar.

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