Devaneio pensando nele... De novo.

  Não me lembro como começou, apenas me peguei pensando nele. Senti que eu havia feito algo de errado e ele baunilhão ficou quieto e com poucas palavras e firmes me mandou chegar perto dele. Ele já não mais estava sendo um baunilha, eu sabia que no fundo ele me dominava, mesmo que psicologicamente ele sempre me dominou, é automático e instintivo. 
  Assim que ouvi sua ordem, pela primeira vez minha mente ficou vazia, pois eu não pude acreditar que ele havia me dado uma ordem como tal sendo que ele jamais havia feito assim intencionalmente.   Claro que eu o obedeci, além de chegar perto dele de cabeça abaixada sabendo que eu havia feito algo de errado ainda me posicionei de joelhos. Vendo o que ele começou ele poderia ter parado por aí, ele poderia ter falado em seguida que era só uma brincadeira, mas não. No fundo é isso que ele quer e ele sabe que como sempre eu me entregaria para ele nesse momento. 
  Ele falou com firmeza e poucas palavras juntando um pouco as pernas e a posicionando "deite aqui", eu ainda não acreditando no que estava acontecendo não disse nenhuma palavra nem de concordância nem nada, eu não queria quebrar esse momento e só o obedeci.

  Me deitei em seu colo de costas para cima, minhas mãos encolhidas entre meus peitos ficaram também entre as pernas dele. Fiquei com medo, um medo desejável que me viciou na primeira dose, apesar de que sempre tive medo dele, mas nunca contei.
  A princípio ele apenas havia encostado sua mão destra em mim sobre a roupa. Acho que ele estava pensando em algo. Quando ele a tirou eu apertei meus olhos e minhas mãos e me preparei a receber, mas o tapa foi fraco e desajeitado, porém ele ainda não havia tirado mão de mim. Ela ainda estava me pressionando, de repente ele começa a subir vagarosamente seus dedos girando apenas a mão para o cós da minha calça e a abaixou junto com minha calcinha me expondo. Eu fiquei ali sem dizer uma única só palavra, só tentando entender o que estava acontecendo e sem perceber ele me deu outro tapa. Dessa vez firme e forte que até me contorci. Senti aquela sensação de calor seguida de ardência pulsante. Sua mão ainda ficou tocando minha pele.
  Eu não sei no que ele pensou naquele momento e eu não consegui prestar atenção quando ele tirou sua mão para me dar outro tapa. Só sei que nesse segundo igualmente forte, eu reagi com um gemido e instintivamente minhas mãos encolhidas em meu peito e ao mesmo tempo entre as pernas dele, no momento do segundo tapa eu gemi e segurei a parte interna de sua coxa firmemente. Nesse momento em que eu o segurei nem prestei atenção no tapa, eu estava sentindo o calor de sua coxa em minha mão. Sem perceber que meu desejo, sem prestar atenção no que eu estava fazendo vagarosamente encaminhava minha mão em sua coxa para mais perto de seu pau. Eu achei que estava só em minha mente, não percebi que estava fazendo também. 
  Ele percebeu isso e seus tapas começaram a ser mais fortes e desligados, não tinham mais sincronismo. Ele queria sentir também, ele não queria parar o que não era nem para ter começado. Eis uma prova de que não controlamos nossos desejos e ele controlado pelo o desejo dele continuou desordenadamente a me dar mais palmadas e a cada palmada desordenada dele eu senti que as palmadas viraram automáticas e que sua atenção era o desejo de ser tocado. Eu também não consegui parar eu tinha que tocá-lo. 
  Com minha mão por cima de sua roupa eu o acariciei e senti o tamanhão da criatura, aquilo comigo na cama seria um estupro!!! A cada acariciada que eu fazia, eu tentava abaixar o zíper de sua calça e consegui. Incrível aquilo não ser perceptível para ele. Safado... Queria tanto quanto eu. 
Enfim, a cada momento que eu avançava por desejo seus tapas começaram a ser mais firmes e dominadores me apertando a cada final, não eram mais tapas, eram respostas do quão ele queria aquilo e poderia ter parado a qualquer momento, e quando eu coloquei minha mão dentro de sua calça, segurei seu pau firmemente ele deu aquela parada com aquele suspiro que faz qualquer mulher ter um orgasmo só de ouvir. A cada resposta de desejo em seus tapas eu apertava seu pau mais e mais. 
  Não poderíamos ter feito aquilo, eu não pertencia a ele. Por que não paramos?
  Mas estava tão bom, sentir o calor do seu pau em minhas mãos, aquele pau firme e duro já estava começando a pulsar. Então comecei a masturbá-lo ali mesmo. Seus tapas começaram a ficar mais desordenados, suas mãos começaram a me apertar mais forte, eu não parei enquanto ele não gozasse. Seu corpo foi para trás, ele me apertou mais firme e percebi que sua calça começou a molhar. Quanto desperdício... 

  De repente eu acordo e vi que tudo não passou de um devaneio. Minha vagina está pulsando só de lembrar e escrever.


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