Ele já a observada desdo princípio.

  Ele mandou uma mensagem para ela dizendo que se masturbava com suas fotos e ela nem fazia a menor ideia de quem era. A princípio ela começou a ignorar, pois para ela era apenas mais um baunilha procurando sexo fácil. Só que as mensagens começaram a ser mais diretas, ele dizia que sabia quem era ela e que a viu em x lugar, em x dia. Agora ela começou a ficar intrigada, mas ele sabia que ela não seria sutil, agressiva e nem usaria palavras de baixo cunho com ele, pois ele sabe que ela realmente nasceu para ser dominada.
  A seguinte mensagem disse para ela usar uma roupa específica, era um vestido comum, não muito curto nem muito longo, mas solto. Apenas isso e mais nada, só que ela não foi e a próxima mensagem foi que ele não havia gostado do jeans que ela usou, naquele momento ele falou para ela abrir a porta e que não era para ela se preocupar, pois não faria nada com ela, ele não faria algo assim sem premeditar antes. Havia uma caixa no chão no lado de fora, aflita com o telefone na mão pronta para ligar para a polícia, ela abriu a porta vagarosamente e atenta pegou a caixa e ficou observando se ele estaria por perto e rapidamente fechou a porta amedrontada. Claro que ela olhou o que tinha dentro da caixa, era um vestido simples tanto o que ele havia pedido para que ela usasse.
  Qualquer outra já teria ligado para a polícia ou contado para alguém, mas ela não fez isso.
  No dia seguinte ela saiu como de rotina e sim, ela usou o vestido. Só que ela não soube se vestir combinado, não era típico dela, ela saiu de tênis e cabelo preso de qualquer jeito, mas era o jeito dela. Isso que o atraiu, seu jeito humilde, simples de ser e não vulgar e oferecida como outras. Ele a queria e lhe disse isso. Só irei lhe fazer uma única pergunta e aceito apenas uma resposta sim ou não, e sem perguntas. Você aceita ser minha?
  Ela demorou um pouco mais que duas semanas para responder que sim.
  Ele logo respondeu assim que recebeu a resposta, dizendo que ela não poderá lhe dirigir a palavra, nem perguntar seja lá o que for, que nunca irá mudar seu jeito e que poderia deixá-lo a qualquer hora sem poder retornar nunca e que simplesmente obedecesse ele.
  Novamente ela responde que sim, então ele combina uma data longe, hora e um local.
  Na data achando que ela havia se esquecido, ele a aguarda pelas redondezas do combinado e surpreso ela já está lá, só que ela nem o percebe a observar de longe. E como ordenado ela obedeceu uma ordem específica, que ela fechasse seus olhos e o esperasse em uma mesa de uma cafeteria, e como o combinado ela foi, levou uma bandana enrolada o qual usou como venda. Se sentou á mesa, envergonhada, porém obediente amarrou a venda em seus olhos trêmula, e é claro que o garçom lhe perguntou se ela estava bem, ela disse que sim e que estava esperando por alguém. Devesse imaginar que aquilo seria uma surpresa o que literalmente seria, se não fosse pelo fato de que ela nunca saberá quem é o homem que está dominando-a-a.
  Ela espera e espera, e os minutos passam e ela em momento algum se quer tocou em sua venda. Ele já a observava desdo princípio. Ela sentiu o aroma do café, ele estava sentado a mesa em sua frente, e ela imóvel esperando-o. Vendo a devoção dela, ele decide se levantar onde ela percebeu que alguém estava em sua mesa o tempo todo, seu coração acelera mais e mais e quase infarta quando ele segura firmemente em sua mão guiando-na a se levantar. A coloca em seu carro e como o citou a leva para sua casa, e em momento algum ela exitou ou tocou em sua venda. 
  Ao chegar em sua casa ele a pega no colo e leva para dentro em sua sala, a coloca no chão e começa a despi-lá, as mãos dele são quentes e ela fria como gelo. A guiou nua até o banheiro, lhe deu um banho, a secou e levou para seu quarto colocando-na em sua cama, com o ventre para baixo e as pernas para fora da cama, como se ela estivesse de quatro. Com uma de suas mão segurou firmemente seu seio e com a outra mão a empinou para que ele a penetrasse firmemente.
  Esse momento soou uma melodia de satisfação pecaminosa de desejo de ambas as partes, a dor era insignificante perto do prazer e que a cada movimento no corpo dela esquentava com o calor dele. O desejo pela carne era tanto que ele começou a penetrá-la mais rápido e mais firme. Foi inevitável ela não gemer de prazer a cada vez que ele entrava nela, e o som que ele fazia ao respirar ofegante a excitava mais e mais.
  Já se sentia seu pau mais rígido e começando a pulsar, aquele orgasmo esperado com seu gemido enfiava mais fundo era com o gozo o melhor presente que ela recebeu dele, dentro dela. Aquela satisfação de ter sido usada por ele, dele ter gozado nela é indescritível.

  Ela nunca ouviu sua voz, nunca viu seu rosto, ela só sentiu seu cheiro, sua pele, seu calor, ela o aguarda novamente.


  Um dominador, não precisa estar com a pessoa que se submeta desde que ele saiba como dominar. Ele vai atrás de sua peça e não aceita ou espera oferecidas. Ele quer uma para moldar, inteiramente sua. Não há uma necessidade de um relacionamento, a prisão, devoção é inteiramente dela e não dele, bem assim como as gueixas, que após serem escolhidas serão eternamente deles, quer que sejam usadas novamente ou não. 

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