Não.


  Você não é um pecado, você é o demônio em carne, quente. Me seguiu só para me atentar, sabes que minha carne é fraca.
  Sabes que caio em tentação, principalmente se for sua, você me provocou, me atiçou. Disse não, mas seu corpo me puxava, eu ainda te quero. Fechei meus olhos para não te ver, mas aquele maldito ato gostoso em sentir sua respiração na minha pele, é pior que qualquer correntes. De vagar fui me deitando, me entregando aos poucos, minhas mãos fracas queriam te empurrar, mas as suas mãos mais fortes seguravam meus punhos enquanto seu rosto acariciava minha pele. Por favor me possua! 

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